God of war: Batalha final dos deuses

Como se chama um massacre que tem deuses da mitologia grego-romana entre suas vítimas? Apesar de não definição para tal experiência, ela pode ser vivida no mundo dos games em “God of War III”, continuação de uma das séries mais populares para Playstation 3. O jogo chega ao Brasil dia 25 de março, já aclamado pelos principais críticos da área.
A série conta a história de Kratos, um violento oficial espartano que faz um pacto com Ares, o deus grego da guerra. Após reviravoltas e alianças com outros deuses, o protagonista derrota Ares e se torna o próprio deus da guerra. Neste episódio, o último da triologia, Kratos se julga traído e quer matar todas as divindades.

Ao longo de toda a série a história e todas as referências à mitologia servem para introduzir uma jogabilidade repleta de sangue, pancadaria e alguns quebra-cabeças ocasionais, tudo regado a belos gráficos e sons. O último capítulo, segundo as primeiras, o resultado não decepcionou na tarefa de trazer para a geração mais moderna de jogos os sucessos do Playstation 2 (God of War I e II) e PSP (“God Of War: Chain of Olympus”).

O visual de “God of War III” é descrito pelo site especializado IGN, como um dos melhores já produzidos, embora não mantenha o padrão em todos os momentos. Segundo o site, o jogo praticamente redefine o conceito de escala em videogames, com destaque para as batalhas com chefes gigantescos.
A jogabilidade da série em terceira pessoa, conhecida por ser simples sem espantar jogadores mais experientes, também é elogiada. Agora, Kratos tem novas armas, além das tradicionais lâminas acopladas a correntes com as quais costuma esquartejar exércitos de zumbis e deuses. Agora, em vez de 15 inimigos, ele enfrenta até 50 ao mesmo tempo.
O jogo, um dos mais esperados do ano, também recebeu críticas negativas. As ressalvas são em relação ao andamento da trama e ao exagero na violência. Há também referências ao sexo: como na segunda versão, há um minigame em que Kratos tem que satisfazer várias mulheres. Nada que tire o brilho do jogo, mesmo que seja um brilho salpicado de vermelho, como os fãs gostam.